Paralelo ao trabalho de aprovação do PL 6697/2009, a Diretoria da ASMPF também está na luta para que o PLS 611/07 não seja aprovado na Câmara dos Deputados.
Caso isso aconteça, os servidores do MPU e do Judiciário poderão ficar sem os reajustes previstos nos projetos de lei 6697/09 e 6613/09 ou ter um parcelamento ainda pior.
O PLS 611, dentre outras coisas, congela os salários dos servidores públicos até 2019. O projeto foi aprovado por unanimidade no Senado Federal e agora será apreciado pela Câmara dos Deputados. Se aprovado, será mais um enorme retrocesso para os servidores públicos, que continuam sendo tratados como bode expiatório das mazelas sociais.
Por isso é fundamental que os servidores do MPU e do Judiciário e suas entidades representativas ampliem a luta contra o PLS 611/07.
A Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores do Judiciário Federal e MPU - Fenajufe - já está trabalhando no sentido de pressionar os parlamentares nos estados para que não aprovem o PLS 611. Para a Fenajufe, o PL é um ataque violento não apenas contra os servidores públicos, mas contra a sociedade, uma vez que, dentre outras coisas, não poderá haver contratação de pessoal.
A ASMPF acredita que somente a mobilização dos servidores pode barrar mais esse ataque ao serviço público. Por isso irá se unir na luta com as demais entidades do setor público para impedir a aprovação do tema na Câmara dos Deputados.
Para o presidente da ASMPF, Marcos Ronaldo, "o desafio que se impõe agora é duplo. Aprovar o PL 6697/2009 e barrar o ameaçador PLS 611/2007. Projeto que segue a velha cartilha de sacrificar o capital produtivo em nome do capital especulativo. Tudo em defesa de um suposto e midiático equilíbrio fiscal."
Todos unidos contra o PLS 611/2007!
Clique aqui e conheça o projeto.
Clique aqui e leia o artigo do assessor do DIAP, Antônio Carlos Queiroz, sobre o PLS 611.