
O Presidente do STF, ministro César Peluso, recebeu ontem, 22/07, os coordenadores da Fenajufe Antônio Melquíades e Cledo Vieira, além do servidor Roberto Policarpo, dirigente que está afastado da Federação. Na pauta, os rumos do PL 6613/2009 (PCS do Judiciário), que possui forte ligação com o PL 6697/2009 (PCS do MPU). A reunião contou ainda com a presença, pelo STF, do diretor geral, Alcides Diniz, do secretário de comunicação social, Pedro Bel Pichaia, e do diretor de RH, Amarildo Vieira de Oliveira.
O representantes dos servidores ratificaram a necessidade de aprovação do PCS, sobre o argumento de que o problema não é de ordem financeira e sim política, já que o governo tem priorizado os pagamentos de juros a banqueiros, em detrimento de outras questões.
Segundo Antonio Melquiades (Melqui) ,“Só com os dois últimos aumentos dos juros, os gastos do governo passaram de R$ 29 bilhões. Se somarmos o que foi anunciado nesta quinta-feira, dia 22, ultrapassaram a casa dos R$ 40 bilhões, isso daria para pagar muitos PCSs. Portanto, continuamos afirmando que há dinheiro, mas falta vontade política”. Já Roberto Policarpo cobrou do ministro também o suporte orçamentário necessário para a aprovação do PL 319, que incluirá, no âmbito do Judiciário, o Adicional de Qualificação-AQ também para os Técnicos.
Para o ministro, os servidores estão “muito ansiosos”. Segundo ele, o PL está tramitando dentro do combinado e que deve ser fechado um acordo para depois das eleições. O ministro disse ainda que não há motivos para não acreditar no governo e que esse projeto é do Judiciário e consta na previsão orçamentária que foi enviada na última terça-feira para a Secretaria de Orçamento Federal.
Para o presidente da ASMPF, Marcos Ronaldo, "a Fenajufe mais uma vez demostrou que está atenta, acompanhando e trabalhando para a aprovação do PCS, por isso é uma grande federação", disse.
Com informações do Sintrajud
www.sintrajud.org.br
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